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Crédito habitação
Quer pagar menos pelo seu crédito habitação?
Agora para mudar o seu crédito habitação, já não necessita de sair
de casa, pois pode fazê-lo a partir da internet
Poupar nas deslocações, tempo e dinheiro são os grandes trunfos dos
serviços online.
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Poupar no
crédito da casa
No momento de comprar casa, escolha o
melhor crédito de forma a poder poupar dinheiro na sua prestação
mensal do crédito à habitação.
Há várias formas de reduzir a prestação que paga ao seu banco no fim do mês
pelo empréstimo da casa. Veja qual a melhor solução para o seu caso.
Negociar o Spread
A solução ideal é convencer o seu banco a descer o spread.
O primeiro passo é ver os spreads praticados por outros bancos e pedir
simulações - se paga mais de 1,5% é mau. Depois confronte o seu gestor de
conta e peça-lhe uma taxa mais favorável.
Baixar o
arredondamento
Nos últimos anos os bancos encontraram uma forma de compensar a descida das
taxas: os arredondamentos à taxa. Antigamente arredondava-se a milésima
hoje é ao 14 ou 1/8 . Exemplo: Se a sua taxa é de 2,85% e houver um aumento
de 0.25%, ela deveria passar para 3.1%. Mas se o contrato previr um
arredondamento de um quarto, ela subirá automaticamente para 3,25%. O
problema é que não é fácil negociar com os bancos o arredondamento, a menos
que o seu contrato seja novo. Mas não custa nada tentar.
Alargar o prazo
Aumentar o prazo do empréstimo ate aos 40 ou 50 anos já é possível. O único
problema é que no fim paga mais juros.
Pedir um período de
carência
Durante um determinado período de tempo ( cinco a dez anos) paga apenas
juros e não amortiza o empréstimo que pediu, reduzindo assim a sua
prestação. Esta é, no entanto, uma solução com custos mais altos avisa João
Fernandes da Proteste.
Porque passado o tempo de carência, a prestação fica mais alta e paga-se
mais juros. Em contrapartida, tem uma vantagem para quem está no início de
carreira e não tem muito dinheiro: adiar para mais tarde para uma prestação
maior.
Diferir o capital
A possibilidade de passar para o fim do contrato uma parte do empréstimo é
outra solução, sobretudo para quem está muito aflito, mas tem custos
acrescidos. A prestação baixa no início, mas na prática a pessoa paga juros
sobre a totalidade do empréstimo e só amortiza 80% do mesmo..
Fonte: revista sábado
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